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Rosa de Jericó

A rosa de jericó, também conhecida como flor da ressurreição, é uma planta do deserto que cresce no Oriente Médio e na América Central. Durante longos períodos de tempo estas plantas vivem em regiões desertas, crescendo e reproduzindo-se como qualquer outra planta, até o meio ambiente deixar de lhes favorecer uma existência saudável. Quando chega essa altura, as flores e as folhas secas caem e os galhos secos encolhem-se, formando uma bola. As plantas retiram as suas raízes do solo e permitem ao vento transportá-las pelo deserto, até chegarem novamente a um sítio húmido onde podem continuar a crescer e a propagarem-se. A bola volta a abrir-se totalmente e a soltar as suas sementes, que germinam. Assim que entram em contacto com água, as jovens plantas de aspecto seco começam rapidamente a florescer. 
Pode dizer-se que estas plantas “sentem” o que fazem durante este processo, visto que não se mantêm necessariamente no primeiro sítio onde páram, mas investigam o local para verificarem se é adequado ao crescimento. Ali podem ficar, e crescer, ou então mudam-se várias vezes.

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Centella Asiática (Centella Asiática)

A planta é antibacteriana, anti-inflamatória, estimulante circulatório e diurética. Estudos têm indicado também uma ação ansiolítica (controla a ansiedade). Também tem propriedades antioxidantes, ajudando a proteger o organismo da ação danosa dos radicais livres. Contém como princípios ativos triterpenos (asiaticosidos e ácido asiático) que ajudam a aumentar a oxigenação e a atividade circulatória em nível do tecido conjuntivo. Ela atua na biossíntese do colagéno, normalizando a produção de fibras colagênicas, eliminando a fibrose responsável pelo armazenamento de água e acúmulo de gorduras. Diminui e ajuda a combater a celulite, produzindo uma ação anti-inflamatória. Por isso é tão indicada para terapias de emagrecimento e da pele .

Buchinha-Do-Norte (Luffa Operculata)

Usada como descongestinante e laxante. Indicada em casos de herpes e sinusite, neste último caso na forma de inalação. Deve ser usada com muita cautela na gravidez e amamentação .

Alcaçuz (Glycyrrhiza Glabra)

Na medicina popular é indicado para aliviar a tosse, combater úlceras, como laxante e expectorante. Usado também nas conjuntivites, desordens do fígado, desequilíbrios hormonais e problemas da garganta. O uso medicinal do alcaçuz é datado dos povos antigos do Egito, relatado em seus papiros. A complicada composição química do alcaçuz dá a ele um largo espectro de propriedades. Centenas de estudos já comprovaram sua ação no tratamento de doenças do fígado, supra-renais, desequilíbrios hormonais e úlceras pépticas. Na China, onde é uma das ervas mais utilizadas, é indicado para o baço, rins e proteger o fígado de doenças. No Japão um preparado de alcaçuz é utilizado para tratar a hepatite. Muitos estudos comparam sua ação com a hidrocortisona, mas sem seus efeitos colaterais. Como a cortisona, teria o efeito de diminuir as inflamações e aliviar sintomas de artrite e alergias, daí seu efeito anti-histamínico. A raiz possui glicirrizina (cinqüenta vezes mais doce que a sacarose), qu...

Alfavaca (Ocimum Basilicum)

Também conhecida como basilicão, erva-real, manjericão de molho. Tem poder antiséptico, ajuda na cura de feridas e hematomas. A infusão forte pode ser usada em gargarejos e bochechos contra dor de garganta, mau hálito e aftas. Serve ainda contra queda de cabelos (deixar agir por cinco minutos e enxagúe). O chá é usado contra náuseas, gases e disenterias .

Assa Peixe (Vernonia Polyanthes Less)

A infusão das folhas desta planta é usada em casos de gripes, tosse persistente e bronquite, aliviando dores no peito e nas costas. A infusão das folhas e das raízes tem efeito diurético e ajuda a eliminar cálculos renais .
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